Rihanna engordou, e daí?

Faz uma semana que estou vendo várias fotos da Rihanna pelas redes sociais, linda, maravilhosa, com uma roupa incrível no tapete vermelho. Fui pesquisar e saber sobre a foto, e descobri que ela estava no lançamento do filme Valerian e a Cidade dos Mil Planetas, que conta com a cantora em seu elenco principal.

O que me chamou a atenção foi que todas as postagens que achei sobre a foto eram sobre o corpo da cantora, não achei nenhuma postagem falando sobre a premiação, o filme, ou qualquer outra coisa, somente que Rihanna tinha engordado ou “o que será que tinha acontecido?” Cheguei a ver comentários sobre “será que ela está grávida?”.

Comecei a pensar: Rihanna é uma mulher talentosíssima, participa de projetos sociais, tem uma trajetória incrível, mas as notícias sobre ela são de como e porque ela engordou.

Rihanna

Precisamos entender porque colocamos toda essa idealização na Rihanna e porque temos essa necessidade absurda de falar sobre o corpo das mulheres?

Várias pessoas famosas sofrem com isso, é tanta pressão para se manter magra, linda, que são feitas coisas absurdas para uma manutenção e perda de peso, como uso de medicamentos, dietas malucas e até drogas ilícitas, mas tudo bem se você estiver magra!!

Essa pressão estética é assustadora, lembre-se que as pessoas famosas são pessoas como nós, merecem respeito, não é por serem pessoas públicas que elas têm obrigação de se manterem magras e dentro de um padrão de beleza muitas vezes inatingível.

Ninguém tem nada a ver se a Rihanna, eu ou você engordamos, ninguém sabe o que se passa em nossas vidas e o que aconteceu para isso, nós simplesmente podemos ter cansado de fazer dieta, Rihanna pode estar se preparando para um personagem, eu posso estar tomando alguma medicação, você pode ter simplesmente engordado porque quis e tudo bem!!!

Este padrão de beleza machuca e destrói milhões de vidas, principalmente de mulheres em busca desse ideal.

Você pode querer engordar se você se sente melhor assim, pode querer emagrecer também, o importante é ter autoestima, amor por quem você é e pelo seu corpo!!

Imagens: Instagam/divulgação

Férias, e agora?

Acabei de voltar de férias e foi tudo maravilhoso, fui fazer um intercâmbio em Malta de 4 semanas e tive a oportunidade de conhecer um pedacinho da Sicília e Suíça. Foi tão incrível que só de pensar me dá uma saudade imensa.

Antes da viagem estava um pouco preocupada, meu medo era de não conseguir fazer nenhuma atividade física, de não ter comida fresca para comer, de engordar muito, entre outras coisas. Já contei aqui que fui uma criança e adolescente gordinha e que mesmo após emagrecer, toda viagem eu acabava engordando alguns quilinhos.

Chegando lá, depois da primeira semana, acabei relaxando sobre esses pensamentos e para minha surpresa, acabei voltando mais magra.

Lição que eu aprendi com isso, respeite muito seu corpo, sua fome e saciedade, durante a viagem tentei exercitar bastante isso, acabei comendo de tudo, mas não me senti cheia e desconfortável, como já me senti algumas vezes. Experimentei todas as delicias de que tive vontade, a comida era muito saborosa, muita influência italiana, massas e sorvetes deliciosos, até os sanduíches eram uma delicia, os chamados paninis, super frescos e bem feitos.

À noite, no jantar, tínhamos uma comidinha bem fresca e natural da nossa host, isso me ajudou muito, mas de sobremesa sempre tinha um pedacinho de Lindt ou Milka (sou viciada nesse chocolate hehe).

Sobre a atividade física, nunca tive o costume de correr durante as férias, mas dessa vez como ficaríamos 30 dias resolvi levar todas as minhas roupas e tênis… usei uma vez!! haha

O fato era que andávamos no mínimo 4 quilômetros todos os dias para ir e voltar da escola, e além disso andávamos muito em todos os passeios, em nenhum momento me senti “sedentária”, quando eu fico muito tempo sem fazer exercício sempre tenho uma sensação estranha, de cansaço, dor e nesses 30 dias me senti ótima, com muita energia, era um grande prazer andar pelo país, um sol agradável, paisagens lindas, hoje sinto falta dessa minha caminhada de todos os dias.

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O que quero dizer para você é: relaxe!! Quando a gente começa a se autoconhecer e a identificar seus sinais de fome e saciedade, você pode estar na sua casa, em outra cidade, em outro país, que você vai saber lidar com a comida que lhe é oferecida.

Não pense nisso:

“E se eu engordar nas férias?”

Ah, lembra das vezes que eu disse que engordei um pouquinho nas férias, meu peso logo voltou ao normal com a volta da minha rotina habitual, ou seja, de uma forma ou de outra, seu corpo vai saber como resolver seu problema, só acredite mais nele!

As minhas dicas para as férias são:

– Primeiramente, aproveite, aproveite tudoooo, seja ficando em casa descansando ou indo viajar, experimente novos alimentos, desfrute dos momentos agradáveis com amigos e família;

– Não se preocupe tanto com seu peso e sobre calorias, foque sua atenção na questão da fome e saciedade;

– Equilíbrio: tente sempre optar pelos alimentos mais frescos e naturais, mas de vez em quando se permita comer algum outro alimento que você tenha vontade e sem culpa;

– Evite os fast foods e comidas muito industrializadas, é super possível comer bem em qualquer lugar, basta ter curiosidade de procurar novos locais, mercados municipais, etc;

– Se você gosta de fazer atividade física, faça! Mas faça se você realmente gosta e não por obrigação, lembre-se, suas férias são para relaxar e não para se estressar. Se for possível fazer passeios ao ar livre e a pé, aproveite, é muito gostoso conhecer uma cidade andando.

Você já se preocupou muito com ganho de peso durante alguma viagem? Conta pra mim!!

Have a nice trip, vjaġġ tajba (boa viagem em Maltês), buona vacanza, boas férias!!!!

Por que não acredito em dietas e nem todos os meus pacientes recebem um plano alimentar?

Sou formada há 7 anos e sempre fui apaixonada por nutrição, desde o ensino médio tinha o sonho de cursar a faculdade. Consegui, finalizei e uma nova angustia começou a me perseguir: toda vez que eu ia calcular um cardápio era um sofrimento, estava tudo lindo, masssssss a proteína estava acima da recomendação, diminuía a proteína e a gordura aumentava, mudava a gordura e faltava vitaminas, enfim… e eu comecei a pensar que era humanamente impossível comer sempre a mesma coisa todos os dias e que se trocássemos por qualquer alimento da lista de substituição, alguma coisa iria ficar “fora nos cálculos”.

Cheguei a conclusão que calcular dieta não era para mim, mas todos meus pacientes me cobravam uma dieta, e fui percebendo que a pessoa queria a dieta, mas dificilmente conseguia seguir.

De um modo geral, as pessoas têm uma ideia fixa da nutrição, uma grande importância ao papel/dieta, aos alimentos “milagrosos”, o que pode ou não comer e esquecem de avaliar o próprio corpo, como ele reage e se comporta aos alimentos.

papel da nutricionista

É claro que em alguns casos o plano alimentar é muito importante, por exemplo, com atletas ou doenças específicas, mas não é necessário para todos, posso dizer que a grande maioria das pessoas não precisa desse plano alimentar ou dieta toda certinha e calculada.

Fui conhecendo novas abordagens, aquelas que faziam meus olhos brilharem e quando tive a oportunidade de viajar para Europa eu vi como os hábitos deles eram diferentes do nosso, sem tanta restrição, comendo com prazer, calma e caminhando muito (muito mesmo, é impressionante como se anda por lá rs).

Desde então mudei totalmente minha forma de pensar sobre alimentação, não só profissionalmente, mas na minha vida pessoal, e fazer cardápio/dieta já não fazia parte dos meus valores, do que eu acreditava e acredito.

Acredito em uma alimentação sem restrições, o que não quer dizer que a pessoa deva comer o que quiser, em qualquer momento e sem nenhum critério, mas sim, prestar atenção nas suas escolhas e vontades. Uma alimentação leve, prazerosa, respeitando seus sinais internos de fome e saciedade, suas emoções, suas culturas e crenças, vai ser uma alimentação para a vida inteira, consistente, isso te trará benefícios físicos e emocionais, e isso sim, será duradouro.

A alimentação consciente leva em conta suas sensações de fome. Será que você, todo dia, tem o mesmo nível de fome ou está sempre comendo a mesma quantidade só porque te disseram que aquela quantidade era a certa? Nossa fome varia de acordo com a temperatura, nível de atividade física, horas de sono, etc. Um cardápio que determina o que você deve comer todos os dias não leva em conta que você tem vontades diferentes.

Não ter um cardápio pronto vai fazer você ter mais autonomia sobre sua própria alimentação, pensar e refletir sobre suas escolhas e conseqüências delas.

Hoje o que faz meus olhos brilharem é ver meus pacientes se conhecendo melhor e vivendo em harmonia com seus corpos e alimentos ao seu redor.

E você, é muito dependente de um cardápio? Acha possível ter uma alimentação bacana ouvindo seu corpo? Conta pra mim!! 

Como lidar com o chocolate na páscoa?

Hoje, quinta-feira santa, acredito que todos vocês já estejam pensando sobre os chocolates que serão consumidos no domingo. Já vi muitos memes na internet sobre páscoa, chocolate, muitos deles restritivos.

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Além das famosas substituições dos ovos por frutas e legumes, tem também a ideia clara que após o domingo iremos engordar muito.

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É preciso saber que quanto mais restritivo for nosso pensamento, maior será nossa compulsão alimentar por ele. Imagina todos seus amigos e familiares comendo chocolate e você se enganando com uma fruta ou um ovo FIT. Vai ser uma sensação boa? Como você se sentiria nessa situação?

O grande segredo é encarar a páscoa como parte de uma celebração e sim, é um dia normal, um dia que terá uma oferta maior de chocolate e que sim, você vai poder consumi-los. Nesse momento, lembre que você pode consumir chocolate quando quiser, coma o chocolate com atenção, apreciando cada mordida, sentindo seu aroma e sabor, além de principalmente fazer isso sem culpa e julgamentos.

Lembre-se que um dia não faz ninguém engordar dessa forma, o que faz com que engordemos é um conjunto de hábitos que devem ser analisados com calma e com ajuda profissional.

Você não precisa se controlar, ser super disciplinada para manter ou perder peso. Você precisa se aceitar, ser feliz e ter prazer ao se alimentar.

Desejo um Feliz Páscoa com muita alegria, paz e chocolates deliciosos!

Fome física x fome emocional: como lidar com as emoções sem usar a comida!

Comer é muito mais do que um ato de simplesmente ingerir nutrientes, comer é uma conexão entre se nutrir com emoções e comportamentos variados. A comida está ligada ao afeto e amor. Já parou para pensar que todas as grandes comemorações são feitas em torno de uma mesa ou com comida envolvida? Em um aniversário fazemos um bolo para o aniversariante, quando nosso filho está doente ou chateado, preparamos seu alimento predileto, quando queremos reunir a família, fazemos um grande almoço, o marido dá flores com chocolate para a mulher no aniversário de casamento, e temos tantos outros exemplos que poderia ficar aqui falando e falando, mas o que quero mostrar é que dar e receber comida está relacionado a rituais e celebrações.

Essa ligação é natural e saudável, o problema é quando passamos a usar a comida para “tapar buracos” emocionais, chamamos isso de comer emocional, quando não é possível diferenciar a sensação de fome de outras sensações corporais e passamos a comer por medo, ansiedade, alegria, tristeza, etc. Muitas vezes esse comportamento começa na infância, quando os pais oferecem comida como recompensa, tentando suprir ausência ou mesmo demonstração de amor.

E o que fazer?

Primeiramente é preciso pensar que ansiedade, solidão, tristeza, raiva e muitos outros sentimentos acontecerão durante a vida toda e que a comida não vai “resolver” esses sentimentos, pode apenas distrair, anestesiar ou mudar o foco, porém, no fim, até piora o problema.

Toda vez que você for se alimentar, pare, respire fundo e se questione: “Do que preciso? Será que preciso de comida ou de um abraço, carinho, companhia, afeto? Como faço para atender o que eu realmente preciso?”

Se perguntar sempre antes de comer se está realmente com fome ou se essa sensação é outra coisa, se for fome, coma. Caso não seja, deve-se buscar outras formas de resolver o problema. Por exemplo, ao se sentir solitário, como você poderia resolver isso? Pode-se ligar ou mandar mensagem para um amigo, escrever em um diário. Se estiver entediado, pode-se assistir um filme, ouvir música, ler um livro ou fazer alguma atividade que te dê prazer.

Quando não conseguir evitar o comer emocional, olhe essa experiência como um aprendizado e não como uma falha.

E você, acha que já teve em algum momento esse comportamento? Como faz para lidar com ele?

O que colocar na lancheira do meu filho?

O lanche da escola é um momento bem importante do dia e o que vamos colocar de lanche depende muito de como é a rotina da família e principalmente a fome da criança.

Vejo muitos pais reclamando que o lanche sempre volta. Será que não estamos exagerando na quantidade de alimentos? Será que não estamos mandando todos os dias os mesmos alimentos e a criança não se sente estimulada a comer?

É sempre importante priorizar os alimentos feitos em casa, muito mais naturais e nutritivos.

Evite mandar somente comidas industrializadas, como por exemplo, suco de caixinha, bisnaguinha com requeijão e iogurte de frutas. Nesse exemplo, todos os alimentos são industrializados, com corantes, conservantes, açúcares e não há a presença de nenhum alimento caseiro e natural. Isso não significa que você não possa mandar algum desses alimentos, por exemplo, caso você queira enviar bisnaguinhas, é só incluir uma fruta ou suco de fruta natural e um queijo no lugar do requeijão.

Dê preferência para os alimentos mais nutritivos e fáceis de comer com a mão, muitas vezes as crianças não comem porque estão com pressa para brincar.

Não esqueça que a criança vai comer na escola o que tem o hábito de comer em casa, não adianta incluir frutas na lancheira se ela não tem esse costume em casa, provavelmente ela vai comer o restante do lanche e deixar a fruta.

Chame seu filho também para te ajudar a preparar o lanche, isso incentiva o consumo.

Algumas opções de lanche:

Opção 1:

– Bolo simples (banana, maça, laranja, cenoura, cacau) + 1 iogurte + 1 fruta (de preferência já picadas ou fáceis de comer;

Opção 2:

– Sanduíche de pão integral com queijo + 1 fruta + água de coco (se for de caixinha, observar o rótulo e optar por versões sem açúcar, corantes e conservantes)

Opção 3:

– Iogurte com granola e fruta picadinha + biscoitinhos integrais

Opção 4:

– Bisnaguinha com géleia de frutas + 1 iorgute + 1 fruta

Opção 5:

– Wrap com patê de frango + alface + 1 fruta + água de coco (se for de caixinha, observar o rótulo e optar por versões sem açúcar, corantes e conservantes)

Dentro dessas opções há milhares de combinações e outras possibilidades. E você, o que costuma mandar para seu filho na escola? Como é a aceitação? Conta pra gente!

Nutri, eu preciso emagrecer!!!

Essa é a umas das frases mais faladas pelos meus pacientes. Não sei se todos sabem, mas faço atendimento tanto particular quanto na rede pública de um município da Grande São Paulo e esse pedido é comum nos dois lugares, mesmo com perfis tão distintos.

Essa semana atendi uma mulher jovem, na casa dos 30 anos, ansiosa, chegou falando rápido e seu primeiro pedido foi: “Dra., eu preciso emagrecer!”. Sabe aquele pedido cheio de significados, cheio de angustia, e sim, era um pedido de ajuda.

Aos poucos fomos conversando e ela se acalmou. No caso dela, o pedido do emagrecimento era por conta do casamento que será em novembro e ela “precisa” entrar em um vestido bonito, porque “os vestidos mais bonitos são para magras”.

Nesse momento meu coração ficou apertadinho, eu também casei a pouco tempo e sei como esse momento é tão especial na vida de uma mulher, me lembrei do dia que fui escolher meu vestido de noiva e fiquei encantada logo pelo primeiro que experimentei. Lembrei também que a minha única preocupação era me sentir a noiva mais linda e eu me senti. Pensei comigo, será que essa moça, linda, cheia de expectativas, irá conseguir se sentir linda nesse momento? Eu acho que não!! Sabe por quê? Porque ela não se acha linda, ela acha que a beleza está ligada a ser magra e que pode acabar perdendo o noivo por não estar tão bela.

Conversamos muito e sabe qual foi a meta de perda de peso que passei para ela? Nenhuma! A meta para próxima semana foi se amar mais, olhar no espelho e se sentir bonita, pensar em alguma atividade que ela se identifique e goste de fazer. Lógico que conversamos sobre nutrição e pedi para ela comer um pouco mais devagar, tomar mais água, algumas pequenas coisas que vi que seriam possíveis de ir mudando nesse início.

Ainda teremos um tratamento longo pela frente, mas meu desejo é que essa moça, no dia de seu casamento, se sinta linda independente do número da balança, que ela se aceite e se ame!

E você, já parou para pensar porque quer emagrecer? Será que é porque você não está se sentindo bem e sabe que tem hábitos que podem ser mudados e quer uma qualidade de vida melhor? Ou será que você quer emagrecer porque seu marido, pais, amigos, dizem que é preciso? Ou porque a blogueira musa-fitness tem um corpo maravilhoso e você quer ser como ela?

Restaurantes estilo self service, você tem medo?

 

Muito pacientes me perguntam sobre o que fazer quando estão fora de casa.  Na maioria dos casos esses pacientes almoçam em restaurantes todos os dias. Bom, caso você não consiga ou não possa levar sua marmita ao trabalho, restam algumas opções de restaurantes e locais de alimentação. Uma delas é o restaurante self service.

Obviamente que levar a sua marmita é mais interessante, sabemos exatamente o quanto de óleo  e sal estamos utilizando, não usamos temperos industrializados e sabemos a procedência de todos os alimentos, mas se essa não é sua rotina, é possível ter uma alimentação bacana em restaurantes prestando atenção em alguns pontos.

Primeiramente, a maior queixa desses restaurantes é a grande variedade de alimentos, que para mim, é mais uma vantagem do que uma desvantagem, porém muitas vezes acabamos pegando de tudo um pouco e fazendo um prato muito além da nossa fome. Então, chegando ao restaurante, dê uma olhada em todos os alimentos disponíveis e escolha dentro de uma refeição equilibrada o que você vai colocar no prato, não fique triste caso tenha muitos alimentos que você goste, normalmente nos outros dias esse preparo vai estar lá novamente e você vai poder comer normalmente.

Deixo aqui a figura do prato saudável para ilustrar um pouco. Lembre-se que isso é só uma ilustração, para saber exatamente o que é melhor para você é importante consultar um profissional nutricionista, já que cada pessoa é única.

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(Imagem retirada do site Nutri Soft Brazil)

Outro ponto importante é comer com atenção, sempre prestando atenção na saciedade. Muitas vezes pegamos mais comida do que poderíamos comer, mas como essa comida está no prato acabamos comendo, isso é um erro bem recorrente. Quando comemos devagar, prestando atenção nos alimentos, acabamos comendo menos, pois nos sentimentos saciados. Caso ainda tenha comida no prato você não precisa comer, só fique atento para não repetir o erro no dia seguinte.

Tente ir ao restaurante sempre acompanhado, normalmente isso evita que se coma rapidamente, facilita também o entrosamento de grupos, aumenta o senso de pertencimento e contribui para o bom desempenho de tarefas do trabalho.

E você? Consegue levar marmita para o trabalho ou acaba comendo em restaurantes? Tem alguma dificuldade nesse sentido? Conta pra gente!